"Me desculpe se eu digo coisas que podem te chatear. Me desculpe se eu sair como irritante. Sinto muito se você não quer conversar comigo tanto quanto eu quero falar com você. Me desculpe se eu penso em você muito e muito frequentemente. Me desculpe se eu digo coisas insignificantes. Me desculpe se eu te falar sobre meu drama sem sentido quando você realmente não se importa. Me desculpe se eu sair como sendo pegajosa, mas é porque eu gosto de você."
Nunca foi fácil admitir que não te tinha mais, que não te tenho mais, e que também não vou vir a ter. Na verdade, acho que vai doer sempre, a tua ausência tende a incomodar-me. Já programei, incontáveis vezes, roteiros repletos de palavras aconchegantes que te fizessem voltar, mas, é como tu dizes… Não há mais aquele "nós". E hoje, como nunca tinha percebido, percebi que te perdi.
Porque caso eu decida não ligar mais, caso eu decida desistir, eu não volto atrás. Não tem saudade, não tem nem papo meia boca. É simples: se eu for, eu não volto mais.
Quando você conversa com aquela pessoa, ao menos por uma fração de tempo, o seu dia se transforma, em segundos, de péssimo, para perfeito. Estranho, não?